Os sonhos são dirigidos por Federico Fellini, com a intromissão, às vezes, de Ingmar Bergman.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Atração pela História
Pela curiosidade intelectual procuramos expandir nossa visão histórica para nos situarmos no presente, entendermos o passado e especularmos sobre o futuro. O conhecimento das profundas alterações sociais, econômicas, políticas, culturais e religiosas, nos proporcionam uma visão mais clara do mundo e dos indivíduos que participam, em sua integridade numérica, conscientes ou não desses processos. Para a grande maioria que não se dedicam profissionalmente ao ensino acadêmico, e assim sendo não tem acesso às bibliotecas universitárias, nem à vasta documentação existente, resta-lhe adquirir livros sobre o assunto nas livrarias, bibliotecas, cinema, tv e internet. Nesse leque de recursos eu destaco o romance histórico. Entendi mais profundamente a formação social, econômica e cultural do Rio Grande do Sul lendo a monumental trilogia "O Tempo e o Vento" de Érico Veríssimo do que nos livros didáticos. E assim com outros epidódios da história. Tem que se tomar cuidado em saber filtrar dos relatos o que há de tendencioso, especulativo, ambíguo, ideológico, fundamentalista e de outros vícios inerente à natureza humana.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Reflexão
O Macaco está feliz hoje. A felicidade tem que ser aproveitada antes que acabe, porque ela é intermitente e se manifesta em conta-gotas. Isto não quer dizer que na sua ausência sejamos infelizes. Hoje "ela" se manifestou devido a um prognóstico médico favorável. Breve o Macaco Pensador vai expor seus mandamentos.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
FIM
A morte não existe.
A vida a gente sente.
A morte não se sente.
A vida a gente sente.
A morte não se sente.
Quando a vida se esvai não fica mais nada, a não ser a carcaça em que ela estava alojada e através da qual ela se manifestava. Mas sei que as pessoas não devem pensar assim, a não ser os fortes que não têm medo do fim e portanto não necessitam do consolo da continuidade em outros planos. Se não fosse esse medo e a ilusão da continuidade não haveria religião necessária para o equilíbrio emocional da grande massa humana que não percebe que deixamos algo de nós após o fim. Deixamos nossa lembrança, nossas palavras, nossos atos, nossos pensamentos, nossas obras. Boas ou más. Alguém disse que ao sermos lembrados estamos ressuscitando.
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