A Morte não existe. A Vida a gente sente, a morte não. Quando a vida se vai, não fica mais nada, a não ser a carcaça em que ela estava alojada e através da qual ela se manifestava. Mas, as pessoas não devem pensar assim, a não ser os fortes, que não têm medo do fim, e, portanto, não necessitam do consolo da continuidade e não haveria religião, que é necessária para o equilíbrio emocional da grande massa humana que não percebe que deixamos algo de nós após o Fim. Deixamos nossa lembrança, nossas palavras, nossos atos, nossos pensamentos, nossas obras. Alguém disse que ao sermos lembrados estamos ressuscitando.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
Eleições
Mais uma eleição para Presidente está aí. E aí? A Dilma é a favorita. O Serra corre vários corpos atrás. Se a Dilma se eleger não será como se o Lula fosse reeleito? Não seria a ausência da saudável alternância de poder? Não seria a estratificação de vícios e privilégios instalados nas entranhas do poder? E o Serra, representante de grupos elitistas, adeptos do Estado mínimo e da economia de mercado terá predisposição para medidas sociais de benefício a médio ou longo prazo? Esse dilema eu deixo para vocês resolverem porque nós não precisamos mais votar .
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Personalidade
Após um longo recesso estou de volta. Se eu tivesse que opinar sobre a personalidade histórica de todos os tempos eu optaria por Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, um cidadão do século 21 que nasceu no século 19. Foi um espírito empreendedor excepcional para a época. Criou o Banco do Brasil, fez a primeira estrada de ferro nacional, promoveu a navegação no rio Amazonas, iluminou o Rio de Janeiro com sua empresa de gás, emprestou dinheiro para o governo uruguaio, após se desfazer do Banco do Brasil para o governo, criou o Banco Mauá. Era de uma atividade produtiva impressionante. Como era de esperar, sofreu a inveja da elite medíocre contemporânea, foi perseguido, obstaculizado em seus empreendimentos. Aumentaram substancialmente as taxas de importação para tornar inviável a aquisição de implementos para as suas obras. Para gaudio da nobreza perdulária e ociosa e da elite financeira conservadora conseguiram vencê-lo. Na falência e diabético pagou todas as suas contas antes de morrer. Nos Estados Unidos seria lendário e exaltado através do tempo. Leiam a sua biografia.
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