A curiosidade intelectual nos leva a procurar expandir nossa visão histórica, para nos situarmos no presente, entendermos o passado e especularmos o futuro. O conhecimento das profundas alterações sociais, culturais e políticas nos proporcionam uma visão mais clara do mundo e dos indivíduos que participam desse processo, conscientemente ou não. Fora do mundo acadêmico, sem tempo disponível para consulta ou para a pesquisa resta-nos o recurso de adquirir livros, atualmente a internet, os documentários e as entevistas com intelectuais. Um deles afirmou que se aprende mais história lendo romances históricos do que nos livros didáticos. Fui entender mais profundamente a formação histórica do Rio Grande do Sul lendo "O Tempo e o Vento", a monumental trilogia de Erico Veríssimo. Entretanto, tem que se tomar cuidado em saber filtrar dos relatos o que há de tendencioso, especulativo, ambíguo, fundamentalista e de outros vícios inerentes à natureza humana.
E o macaco expressou perfeitamente o que eu quis dizer com o meu comentário na postagem anterior. Concordo mais uma vez :D
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